Respeito
Quem dirige na grande cidade de Salvador está acostumado, é só fechar o sinal que aparecem vendedores que oferece de tudo um pouco: bala, fruta, carregador de celular, e algumas outras coisas.
O número é incalculável e a grande maioria foi parar no sinal por causa do desemprego.As crianças muitas vezes acompanham os pais. Tem motorista que detesta outros que ajudam e ainda os que não falam nada temem ser assaltados.
Quase todas as esquinas são ocupadas pelos vendedores que se declaram donos do ponto, os vendedores quando perguntados da dificuldade de sobrevivência dizem que “trabalhamos com honestidade e me orgulho de poder sustentar meus filhos, passando essa lição”, afirma o vendedor Francisco Silva morador do bairro de Paripe.
O trabalho e a atitude dos motoristas geram muita discussão. Alguns dizem que o trabalho dos menores é condenável, e que comprar ou dar esmolas é um estímulo para que fiquem fora da escola, outros ainda dezem que é contribuir com a miséria que dessa forma nada vai ser modificado.
Essa é uma discussão para longas datas, pela falta de oportunidade e pela discriminação que ainda há.
Exclusão social
Diante das dificuldades, crianças de apenas 6 anos se submetem a maus tratos.
Guiados pelas mães pequenos malabaristas se confundem em meios aos carros nas sinaleiras de Salvador, alguns chegam a dizer que sofre constantes maus tratos dos motoristas.
O comercio informal virou meio de sobrevivência para muitas familias, que aliado a falta de escolaridade e a falta de oportunidade foi vista como a única saída de escapar das dificuldades.
Olá mundo!
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