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Acumulo de lixo atrai moscas e atrapalha a circulação de pedestres

 

Maraisa de Oliveira

 

 

Os vendedores ambulantes que ocupam o local do Largo Dois de Julho ajudam a degradar o ambiente, em vez de manterem o setor em que trabalham limpo para atrair mais fregueses são os primeiros a dar uma idéia de desordem, o que deveria ser considerado uma feira pode ser denominada como bagunça.

A reclamação é geral. Comerciantes e pedestres se queixam da situação, os freqüentadores dos bares e restaurantes que fica localizado bem próximo aos comércios, são os mais que se sentem incomodados com o lixo, os detritos fica exatamente em frente à porta dos bares.

O comerciante Yang Yrosh, que trabalha no mesmo ponto à 8 anos, diz que “tem mais lixo do que pessoas, e esse fator me deixa sem esperança de ajuda, pois ninguém da prefeitura chega para dar uma solução, só querem saber das taxas pagas todo fim de mês, desabafa.

À noite esse volume aumenta, os donos de restaurantes da região utilizam o local para jogar sacos plásticos com o lixo gerado durante o dia. Disso se aproveitam mendigos e biscateiros para catar alguma coisa que possam comer. O resultado é o aumento da sujeira, pois abrem os sacos e espalham o lixo em volta à procura de alimentos.

A moradora do local, Angra Santos, diz se sentir muito privilegiada por morar no centro da cidade, mas incomodada por saber que nem todos ligam para aquela situação, “parecem que gostam de viver na sujeira, a praça tem muito pouco tempo de reformada, mas os comerciantes ainda coloca as barracas de frutos do mar no meio da passagem, gerando constrangimento para quem passa, que acaba carregando um pouco das escamas quando transitam por ali”.

A solução parece não ser difícil. Um contêiner para coletar o lixo poderia ser instalado há uns 30 metros do local, numa das margens do largo Dois de Julho. E perto dali deveria ser construído o Box para abrigar os vendedores de peixe. Área existe para isso, o que parece faltar é o interesse de realizar.

 

 

Falta de segurança amedronta os moradores do Largo Dois de Julho

 

 

 

A violência, a falta de segurança e abandono do local fazem com que moradores repensem na condição de moradia digna.

 

 

 

 Sabe-se que a violência é um mau que não escolhe a quem atacar, simplesmente acontece, os moradores do Largo Dois de julho se queixam a todo tempo, “não vemos policiais por aqui, parece temer algo que possa lhes acontecer, mas assim também não nos sentimos seguros”, relata a moradora Claudia Nascimento que reside no bairro cerca de 12 anos.

Pessoas são assaltadas todo o tempo pelos viciados que ficam na praça, você tem que ter horário para sair e chegar, os assaltos ocorre mais nos fins de semana, quando os moradores saem mais cedo, proporcionando um belo dia para os meliantes, pois irão passar um feriado com os bolsos recheados.

Os policiais só aparecem nessa época, podemos até dizer que policial nessa redondeza, só em safra de tempos em tempos, como estão começando os preparativos para o carnaval, os policiais iniciam sua ronda, mas ainda assim parece que para a população não tem olhos, somente se importam com o turista.

É um descaso total com os moradores, “não temos segurança no bairro”, relata a aposentada Maria de Lurdes, que diz ter sido assaltada pelo menos umas quatro vezes, e quando vai recorrer aos policiais ouve, que eles não podem fazer nada. E quem pode fazer então, se paga caro pela segurança.

Os moradores juntaram-se para criar um movimento para tentar diminuir um pouco os assaltos, o professor Manuel Barbosa que reside no bairro ha três anos, decidiu junto a outros moradores fazer uma força tarefa, para tentar amenizar o problema existente, o projeto foi levado a câmara, “estamos esperando uma resposta, enquanto isso vivemos amedrontados dentro das nossa casas, melhor dizendo nossas gaiolas”.

 

 

 

 

Abril 18, 2008 Publicado por crianca | Sem-categoria | | 1 Comentário